sábado, julho 09, 2005


Olá pessoal, voltei... de novo ao cyber-espaço e ninguém sabe até quando... Esta aí do lado é uma das estrelas do espetáculo que estou tentando produzir. Mas fica pra uma outra hora o comentário. Só acho a foto (e o trabalho) linda e quiz mostrar para todo mundo.
Estou aqui, escrevendo para um monte de gente, e ninguém lê. Mas é assim mesmo. Pelo menos, fica o registro no espaço virtual, como uma pixação numa pedra: Eu estive aqui. E ficarei até que as redes se desconectem, ou o Blogger resolva fazer uma limpesa nos seus arquivo. Mas por enquanto, perduro.
Escrever, sem ter muito o que dizer, é uma tarefa mais difícil do que qualquer outra. É você, tentando se esconder por trás de verdades, e tentando não contar muito... mas sempre escapa algo.
Agora, aos quase 40 anos de idade, estou realizando um velho sonho repetitivo. Voltei a dançar.
Quem lê, acha que eu já dancei alguma vez. Mas, na verdade, a dança (e a música) sempre foi muito importante para mim. Mas eu tenho 1,88m, e agora vários quilos a mais, e nunca fui muito hábil ou tive bom ritmo. Mas sempre tentei dançar e até gosto das brincadeiras dos amigos.
E o quê que eu tenho com isso? Pergunta o não-leitor hipotético (espero que REALMENTE sejqa hipotético e NÃO -LEITOR). E eu respondo: NADA!!! Mas você tá aqui por que quer...
Pior eu, que leio todas as semanas "As Meninas que dizem Ni", e sofro com a falta de assunto, qualidade do texto, interesse para QUALQUER UM, criatividade e etc.
"E o quê que nós temos com isso?", perguntam elas... NADA!!! Por isso só reclamoaqui, para não dar maior importância ao que não tem.
Também lia Diogo Mainardi (grande oráculo) para me divertir com sua ranzinzisse (urgh) e Olavo de Carvalho, pelas suas torpes distorções da realidade. Mas não estou comparando. Só descrevendo outros dois que não gosto também, mas que, de alguma maneira, respeito.
Interessante disgredir assim, sem eira nem beira. Mas é bom saber a hora de para, senão tudo vai-se por água abaixo.
Então, até um dia. Em breve, espero.